Segurança em Uberlândia - 2016

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Segurança em Uberlândia - 2016

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Realizada em setembro de 2016, a quinta pesquisa sobre segurança pública passa a compor um painel evolutivo sobre o tema no município de Uberlândia, com resultados que reforçam a tendência de estabilidade desde 2010.

O objetivo da pesquisa é identificar a incidência de assaltos, furtos e roubos no município de Uberlândia, bem como mensurar a percepção da população sobre o trabalho realizado pela polícia para elucidar as ocorrências registradas.

Devido à complexidade do tema, o estudo limitou-se aos eventos de furtos e roubos ocorridos no domicílio e fora dele, sofridos pelo respondente e seus familiares. Não foram contemplados os demais tipos de crimes nem outros tipos de vítimas, como empresas, comércios, entre outros.

No domicílio do respondente

Diante de um universo de aproximadamente 220.000 domicílios, 9% sofreram evento de assalto, furto ou roubo nos últimos 12 meses e outro 1% foi vítima de tentativas.
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A incidência de assaltos, furtos e roubos nos domicílios de Uberlândia mantem-se estável desde 2010, quando foi aferida uma drástica redução na comparação com os índices da primeira pesquisa, da data de abril de 2001.
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Veículo utilizado em evento no domicílio

Quatro em cada dez pessoas não sabem dizer qual era o veículo utilizado pelos infratores nos eventos de assalto ou furto no domicílio.
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Dentre aqueles que identificaram o veículo dos infratores, 21% afirmam que estavam de ‘carro’ e 15% de ‘moto’. E 21% afirmaram que os infratores estavam ‘a pé’.

Enquanto as ocorrências de assalto, furto ou roubo nos domicílios, cometidas por agentes marginais ‘a pé’, apontam para uma tendência de queda, as ocorrências com a utilização de ‘carro’ e ‘moto’ apresentaram crescimento ao longo dos anos.
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Fora do domicílio envolvendo familiares

O índice de pessoas vítimas de assalto, furto ou roubo nos últimos 12 meses enquanto estavam em trânsito, isto é, fora do seu domicílio, ficou em 18%, enquanto que 1% sofreu tentativa.
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A incidência de assalto, furto ou roubo com familiar fora do domicílio está estável desde 2014.

Pelo histórico dos levantamentos, o menor índice encontrado para essa modalidade de evento foi em 2013, quando 13% das pessoas foram vítimas estando fora do seu domicílio.
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A maior incidência de assalto, furto ou roubo com familiar fora do domicílio continua sendo a encontrada em abril de 2001.

Local do evento ocorrido fora do domicílio envolvendo familiares

‘Próximo ao domicílio’ é o principal local onde ocorrem os eventos de assalto, furto ou roubo, na proporção de quatro a cada dez eventos.
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Os eventos de assalto, furto ou roubo com familiar, ocorridos ‘próximos ao domicílio’, aumentaram 39% em relação à primeira aferição, em abril de 2001.
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Registro de queixa de assalto, furto ou roubo na polícia

Duas em cada três vítimas de assalto, furto ou roubo nos últimos 12 meses, dentro ou fora do domicílio, registraram queixa na polícia.
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Olhando para os índices de ‘registros’ de assalto, furto ou roubo de 2001, onde apenas metade dos eventos teve registro, fica evidenciado que, pelo crescimento dos mesmos ao longo do tempo, as vítimas passaram a confiar mais na polícia.
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Taxa de elucidação dos eventos de assalto, furto ou roubo pela polícia

Uma em cada quatro queixas registradas de assalto, furto ou roubo foi total ou parcialmente solucionada pela polícia.
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Com exceção do ano de 2010, que apresentou um dos maiores índices de resolução (total e parcial) dos casos de assaltos, furtos e roubos pela polícia, a taxa elucidação hoje permanece estável em relação aos demais levantamentos.
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Satisfação com o trabalho da polícia para elucidar eventos

Quatro em cada dez pessoas entre aqueles que registraram queixa, declararam-se ‘satisfeitos’ ou ‘moderadamente satisfeitos’ com o trabalho realizado pela polícia na elucidação dos casos.
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Ainda que no ano de 2010 os índices de avaliação tenham alcançado os melhores resultados, considerando os que se declararam ‘satisfeitos’ e ‘moderadamente satisfeitos’ com a elucidação dos eventos, foi em 2016 que os índices de ‘satisfeitos’ e ‘totalmente satisfeitos’ mais cresceram.

Entretanto, seis em cada dez entre aqueles que registraram queixa de assalto, furto ou roubo se dizem ‘insatisfeitos’ ou ‘muito insatisfeitos’ com o trabalho da polícia.
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Avaliação da segurança pública pela população em geral

A população uberlandense avalia o serviço de segurança pública desenvolvido na cidade positivamente, considerando que 32% auferiram os conceitos de ‘ótimo/bom’ e 43% o de ‘regular’.
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A avaliação negativa, com emprego dos conceitos ‘ruim/péssimo’, representa que um em cada quatro habitantes desaprova o serviço de segurança pública oferecido em Uberlândia.

Enquanto o ano de 2001 registrou a pior avaliação positiva serviço de segurança pública em Uberlândia (20%), o ano de 2010 destacou-se com os conceitos de ‘ótimo/bom’, obtendo 43% de índice.
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Em 2016, os índices com os conceitos de ‘ótimo/bom’ estabilizaram, indicando que a tendência de ‘queda’ na avaliação positiva parou. A avaliação de ‘regular’ permanece relativamente estável ao longo do tempo. Já a avaliação negativa cresceu e atingiu 25% de índice.

Suficiência do policiamento em Uberlândia com a estrutura atual da polícia

Dois em cada três uberlandenses consideram que a estrutura atual da polícia ‘atende bem, mas pode melhorar’, considerando a estrutura disponível.
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Foi no ano de 2010 que os índices de avaliação desse quesito alcançaram os melhores resultados, considerando os que declararam que o policiamento em Uberlândia ‘atende plenamente’ ou ‘atende bem, mas pode melhorar’.

Em 2016 esses índices permaneceram estáveis em relação aos índices encontrados nas pesquisas de 2013 e 2014.
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Percepção de melhorias no serviço de segurança pública em Uberlândia

Para 28% da população o serviço de segurança pública melhorou no decorrer dos últimos 12 meses, enquanto que para 46% nada mudou nesse período. Já para 23% dos entrevistados houve piora no serviço de segurança pública no último em Uberlândia.
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Em relação ao ano de 2010, a percepção de melhorias no serviço de segurança pública em Uberlândia vem caindo sucessivamente, com forte crescimento dos que acham que nada mudou, bem como dos que consideram que houve piora no período.

A percepção de que o serviço de segurança pública não tem melhorado, ainda que os índices de assaltos, furtos e roubos estejam estáveis desde 2010, pode estar associada à incidência de crimes violentos noticiados pelos veículos de comunicação e amplamente difundidos pelas mídias sociais.

Esses eventos violentos podem contribuir para que a população sinta-se cada vez mais insegura e passe a reforçar a percepção de que efetivamente não estejam ocorrendo melhorias no serviço de segurança pública em Uberlândia.
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Metodologia

Dados obtidos através de entrevistas pessoais realizadas no domicílio do respondente, através da aplicação de questionário estruturado entre os dias 24 e 26 de setembro de 2016. Público alvo composto pelo universo da população residente no perímetro urbano de Uberlândia-MG, com idade acima de 16 anos.

Em cada pesquisa foram entrevistados 400 elementos, distribuídos aleatoriamente, caracterizando margem de erro de 5% para mais ou para menos, com nível de confiança estabelecido de 95%. O nível de confiança significa que se fossem feitas 100 coletas simultâneas, empregando-se a mesma metodologia e os mesmos critérios, em 95 delas os resultados estariam dentro da margem de erro estabelecida.



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